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Florestinha do Vale Verde Agrofloresta SAF Módulo 7

Tipos de manejo que praticamos aqui na Florestinha

Estamos praticando o manejo agroflorestal com duas variações principais. Em ambas usamos a mesma quantidade de calcário dolomítico (250g/m2) e pó de rocha (250g/m2).

Esta não é a única nem a melhor forma de praticar o manejo agroflorestal. É apenas a forma que estamos praticando aqui na Florestinha com base na experiência que viemos desenvolvendo.

Manejo agroflorestal intensivo de horta

Este é um manejo com adubação mais intensiva em função do tipo de culturas. As hortaliças são plantas originárias de regiões com solo mais fértil que o nosso e demandam mais insumo, além de irrigação, para se desenvolverem.

Nestas áreas adubamos o solo com mais:

  • 15kg de Yoorin Master por canteiro de 25m x 80cm; e
  • 300 litros de esterco de frango (6 carrinhos de mão) por canteiro.

Veja o nosso plano de projeto de manejo para ter uma visão geral do trabalho!

Para entender como é que plantamos neste manejo verifique este post:

Agrofloresta Plantio Módulo 47 Florestinha do Vale Verde
Módulo 47 preparado para plantio inicial

Uma decisão estratégica!

Decidimos implantar os próximos módulos que receberão o manejo agroflorestal intensivo de hortaliças nas áreas do SAF mais próximas de casa, pois elas nos demandarão mais dedicação ao seu cuidado. O primeiro desta sequência é o módulo 47.

Manejo de regeneração de solo

Todas as áreas em que não estivermos praticando este manejo mais intensivo receberão um manejo com menos insumo voltado para a regeneração do solo e produção de matéria orgânica e também alimentos enquanto preparamos o nosso pomar do futuro.

Linhas de árvore

Plantamos linhas de árvore com a seguinte configuração:

  • Banana com 3,5 metros de espaçamento;
  • Eucalipto com 1,75 metros de espaçamento, entre as bananas;
  • No meio, entre os eucaliptos, colocamos as árvores frutíferas (ex: Citrus, Manga, Abacate, etc) que comporão o nosso pomar.

Introduzimos as nossas muvucas de sementes e mudas de árvores diversas (ex: Moringa, Xixá, Mutamba, etc) nas proximidades das bases dos eucaliptos.

Insumos

Adubamos esta área com 150 litros de esterco de frango (3 carrinhos de mão) para o capim mombaça iniciar o seu trabalho e adicionamos mais esterco de frango e Yoorin aos buracos das árvores, sejam mudas ou muvucas. Bem menos insumos.

Plantio de adubação verde

Estamos usando capim mombaça para cobrir o solo e alimentar as linhas de árvore e outras espécies geradoras de matéria orgânica e melhoradoras do solo, como feijão guandú, feijão de porco e crotalária para “engordar” o solo.

Geometrias compatíveis

Em ambos os tipos de manejo os desenhos são geometricamente compatíveis. Todos os módulos têm a mesma largura (4,8 metros) e a estratégia de criação de linhas de árvore é consistente através dos módulos. Isto quer dizer que evitamos colocar muitas árvores de extrato alto com pouco espaçamento entre elas por sabermos que isto demandará manejo eternamente.

Então será possível, por exemplo, caso desejemos aplicar o manejo mais intensivo em uma área que já estava sendo manejada de forma regenerativa, isto será fácil.

Ambos os métodos são regenerativos

Apesar do nome “intensivo” eventualmente remeter a desgaste não é este o caso! Ambos os métodos de manejo que praticamos aqui na Florestinha regeneram o solo. Planejamos a sucessão das espécies, não usamos venenos (nem óleo de Neen ou fumo) nem nada que possa matar um inseto. Ambos os métodos visam o estabelecimento (da placenta de uma floresta) e o desenvolvimento de uma floresta e isto demanda uma biodiversidade e complexidade de interações entre espécies que a aplicação de venenos simplesmente inviabilizaria.

A principal diferença está na intensidade de manejo e quantidade de insumos utilizados visando a produção intensiva de comida. Ambos os métodos resultam em uma floresta produzindo comida e capturando carbono.

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